Geissiane Aguiar
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Hoje acordei com mensagens de “Feliz Dia das Mulheres”. Algumas vieram cedo, outras ao longo do dia, outras ainda vieram em forma de imagem com flores cor-de-rosa, laços e frases bonitas. Eu agradeci, claro. A gente aprende a agradecer. Mas também fiquei pensando no quanto ser mulher nunca coube dentro de um cartão comemorativo.

Ser mulher é acordar cansada e ainda assim levantar. É resolver problemas antes mesmo do café. É ser forte quando ninguém está olhando e, às vezes, chorar no silêncio para depois voltar como se nada tivesse acontecido. Ser mulher é aprender desde cedo a se dividir em muitas — filha, amiga, profissional, mãe, professora, escritora, estudante — e ainda ouvir que deveria fazer mais.

Hoje dizem que é nosso dia. Mas a verdade é que ser mulher não cabe em um único dia do calendário. Está nos dias comuns, nos dias difíceis, nos dias em que duvidamos de nós mesmas e também nos dias em que descobrimos uma força que nem sabíamos que existia.

Ser mulher é carregar histórias. Algumas felizes, outras duras, muitas invisíveis. É aprender a se reconstruir quando o mundo insiste em nos diminuir. É descobrir que delicadeza não é fraqueza, e que firmeza não nos faz menos sensíveis.

Talvez o Dia das Mulheres não seja sobre flores, nem sobre parabéns. Talvez seja sobre lembrar que existimos para além dos papéis que nos dão. Que pensamos, criamos, ensinamos, escrevemos, lutamos, sonhamos. Que somos muitas em uma só, e ainda assim continuamos inteiras.

Hoje eu aceito as flores. Mas aceito, principalmente, a lembrança de que ser mulher é um exercício diário de coragem.

E coragem, essa sim, merece ser celebrada todos os dias.

 Por que “Namorado por Assinatura” parece tão real? IA, solidão e a fuga da realidade


 Assistindo à série Namorado por Assinatura, da Netflix, fica difícil não sentir que aquilo é diferente de outros realities. Não parece apenas entretenimento. Em muitos momentos, parece um espelho da vida real. E talvez seja exatamente por isso que a série incomoda, prende e emociona ao mesmo tempo.

O que mais chama atenção é como as relações ali parecem naturais. Não existe aquela atuação exagerada que vemos em muitos programas. As conversas são simples, os silêncios são longos, as dúvidas são reais. As pessoas não parecem personagens. Elas parecem pessoas comuns tentando entender sentimentos que nem sempre sabem explicar.

E é justamente aí que a série fica tão atual.

Vivemos em uma época em que a tecnologia está cada vez mais presente nas relações humanas. Conversamos por mensagens, nos apaixonamos por perfis, discutimos por redes sociais e, muitas vezes, nos sentimos sozinhos mesmo estando conectados o tempo todo.

Hoje já existem inteligências artificiais capazes de conversar, aconselhar e até simular companhia. Para algumas pessoas, é mais fácil falar com uma IA do que com alguém real. Não porque a IA seja melhor, mas porque ela não julga, não rejeita e não complica.

Isso faz surgir uma pergunta inquietante: estamos ficando acostumados a relações sem risco?

Em Namorado por Assinatura, vemos exatamente o contrário. Pessoas convivendo de verdade, lidando com insegurança, ciúmes, medo de rejeição e dificuldade de se expressar. E talvez por isso tudo pareça tão real. Porque a vida real é assim. Confusa, lenta e imperfeita.

A tecnologia facilita a comunicação, mas também pode nos afastar da experiência real. Quando tudo pode ser filtrado, editado ou simulado, o contato humano verdadeiro começa a parecer estranho, difícil e até assustador.

Séries como essa fazem sucesso justamente porque mostram algo que está ficando raro: pessoas tentando se conectar de verdade.

Talvez o motivo de parecer tão real seja simples. Não é que a série seja diferente. É que estamos cada vez menos acostumados com a realidade.

E, no meio de tanta tela, algoritmo e inteligência artificial, ver pessoas tentando sentir algo de verdade acaba sendo quase surpreendente.




Há canções que parecem ser feitas de tecido. E há outras, como “Casinha Branca”, que são feitas de terra. É como se, ao ouvi-las, a gente pisasse descalço num chão úmido, sentisse o cheiro de mato, o tempo parasse, e toda aquela pressa do mundo fosse apenas um eco distante. Gilson, com sua voz sincera, trouxe ao Brasil um refúgio de simplicidade, um lugar para onde muitos desejam ir, mas poucos se permitem chegar.

"Casinha Branca" fala do sonho de ter um espaço próprio, um pedaço de paz. É um desejo que vem carregado de nostalgia e de uma busca tão humana por pertencer a um lugar. Nos versos, há o apelo de quem quer “viver sem frescura” e sem as expectativas que a vida urbana e moderna coloca sobre nós. Quem nunca quis fugir de tudo e morar num lugar onde o canto dos passarinhos e o cheiro de café fresco substituíssem o barulho de carros e o toque incessante do celular?

Maria Bethânia, com sua voz forte e expressiva, deu à canção uma espécie de reverência, como se cada verso fosse uma oração silenciosa, um pedido de serenidade. Simone e Roberto Carlos, cada um ao seu modo, vestiram “Casinha Branca” com suas emoções, tornando a música um espelho que refletia os próprios desejos e saudades. Fafá de Belém e Ana Carolina, com interpretações únicas, deram novos tons e texturas ao sonho de um lar em paz.

É curioso pensar que “Casinha Branca” é um lar para tantas vozes. Ela é pequena, mas cabe todo mundo. Cada artista traz para ela a sua bagagem, suas memórias, e, ao mesmo tempo, leva um pouco dela consigo. Talvez seja por isso que, mesmo com o passar dos anos, a canção continua viva, como um pedaço de terra fértil que sempre floresce ao ser tocado.

Mas "Casinha Branca" é mais do que uma música; é um convite a descomplicar, a desacelerar. É um lembrete de que a felicidade não precisa ser grandiosa. Que o essencial não precisa de brilho, mas de uma certa simplicidade, de uma paz que não se encontra em vitrines nem nos outdoors da cidade. Quem canta essa música está, de alguma forma, plantando uma semente dessa calma no coração de quem escuta.

No fim das contas, Gilson talvez tenha nos dado não apenas uma canção, mas um destino, para quando a vida pesar, ir.






    As Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC's) são espécies vegetais que possuem grande potencial nutricional e gastronômico, mas que ainda são pouco utilizadas na alimentação humana. Em contrapartida, muitas dessas plantas são consideradas como invasoras, pois crescem facilmente em ambientes urbanos e rurais.

    As PANC's são uma alternativa saudável e sustentável para a alimentação, pois possuem alto teor de vitaminas, minerais e antioxidantes, além de serem fontes de fibras e proteínas. Dentre as plantas não convencionais mais conhecidas, podemos citar o ora-pro-nobis, a taioba, o caruru, a bertalha, a serralha, a capuchinha, a urtiga, entre outras.

    O consumo das mesmas deve ser feito com cuidado, pois algumas espécies podem ser tóxicas e causar reações alérgicas, por isso, é essencial buscar informações sobre a origem e características de cada planta antes de incluí-las na alimentação.

    Além disso, é necessário promover a educação alimentar e a sua valorização das, para que mais pessoas possam conhecer e experimentar essas plantas em sua alimentação diária. O incentivo à produção e comercialização das PANC's também pode contribuir para a preservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável.

    Em resumo, as PANC's são uma alternativa saudável, nutritiva e sustentável para a alimentação, mas ainda pouco explorada no Brasil. É importante conhecer e valorizar essas plantas, mas sempre com cuidado e informação sobre seus benefícios e possíveis riscos.


"Deus do céu, não tenho nada a dizer. O som de minha máquina é macio.
 
Que é que eu posso escrever? Como recomeçar a anotar frases? A palavra é o meu meio de comunicação. Eu só poderia amá-la. Eu jogo com elas como se lançam dados: acaso e fatalidade. A palavra é tão forte que atravessa a barreira do som. Cada palavra é uma ideia. Cada palavra materializa o espírito. Quanto mais palavras eu conheço, mais sou capaz de pensar o meu sentimento.
Devemos modelar nossas palavras até se tornarem o mais fino invólucro dos nossos pensamentos. Sempre achei que o traço de um escultor é identificável por um extrema simplicidade de linhas. Todas as palavras que digo – é por esconderem outras palavras.
Qual é mesmo a palavra secreta? Não sei é porque a ouso? Não sei porque não ouso dizê-la? Sinto que existe uma palavra, talvez unicamente uma, que não pode e não deve ser pronunciada. Parece-me que todo o resto não é proibido. Mas acontece que eu quero é exatamente me unir a essa palavra proibida. Ou será? Se eu encontrar essa palavra, só a direi em boca fechada, para mim mesma, senão corro o risco de virar alma perdida por toda a eternidade. Os que inventaram o Velho Testamento sabiam que existia uma fruta proibida. As palavras é que me impedem de dizer a verdade.
Simplesmente não há palavras.
O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo. Acho que o som da música é imprescindível para o ser humano e que o uso da palavra falada e escrita são como a música, duas coisas das mais altas que nos elevam do reino dos macacos, do reino animal, e mineral e vegetal também. Sim, mas é a sorte às vezes.
Sempre quis atingir através da palavra alguma coisa que fosse ao mesmo tempo sem moeda e que fosse e transmitisse tranquilidade ou simplesmente a verdade mais profunda existente no ser humano e nas coisas. Cada vez mais eu escrevo com menos palavras. Meu livro melhor acontecerá quando eu de todo não escrever. Eu tenho uma falta de assunto essencial. Todo homem tem sina obscura de pensamento que pode ser o de um crepúsculo e pode ser uma aurora.
Simplesmente as palavras do homem."


“’Um sujeito estava andando pela rua quando deparou com um restaurante que vendia carne de gaivota. Pediu a carne, comeu, foi para casa e se matou. Por quê?’”.

 

“Depois de muito tempo, você descobre que o sujeito é viúvo; que a mulher dele morreu em um acidente de avião; que ele também estava na aeronave na hora do acidente; que os sobreviventes foram parar numa ilha deserta sem comida; que o corpo da mulher desapareceu na queda; que os sobreviventes ofereceram carne de gaivota ao sujeito; que ele comeu e gostou; que ele sobreviveu até o resgate comendo carne de gaivota, e por isso decidiu provar a do restaurante; e que, ao provar, ele percebeu que o que tinha comido na ilha anos antes não era carne de gaivota, mas a carne da própria mulher.”.

 

"O Jantar Secreto" é uma obra do renomado autor brasileiro Raphael Montes, lançada em 2016. Esta obra cativante mergulha os leitores em uma trama intensa, repleta de elementos de suspense, horror e profundas análises psicológicas, deixando uma impressão duradoura.

A história gira em torno de quatro amigos: Marcos, Dante, Leandro e Marco. Eles compartilham uma paixão em comum, a culinária, mas levam essa paixão a extremos inimagináveis. Os quatro se encontram em jantares secretos, nos quais o destaque são pratos extravagantes e exóticos, incluindo ingredientes chocantes, como carne humana. Esses encontros secretos, impulsionados por uma combinação de curiosidade, decadência e anseio por experiências extremas, são o coração da trama.

A narração é confiada a Dante, um dos membros do grupo, que compartilha os eventos perturbadores e as escolhas morais questionáveis feitas pelo círculo de amigos. Conforme a história se desenrola, os leitores são confrontados com dilemas éticos e morais profundos, levando-os a questionar os limites da busca por prazer e excitação. O autor escava os recessos mais sombrios da natureza humana, revelando como indivíduos aparentemente comuns podem ser levados a cometer atos terríveis em busca de satisfação pessoal.

A escrita envolvente de Raphael Montes mantém os leitores presos à narrativa, explorando com habilidade os horrores psicológicos e as encruzilhadas morais enfrentados pelos personagens. O suspense é meticulosamente construído, com reviravoltas impactantes que mantêm a tensão elevada, prendendo a atenção do leitor.

"O Jantar Secreto" é uma obra literária que incita profundas reflexões sobre os limites da moralidade, os anseios humanos e os meandros da psicologia por trás das escolhas humanas. Embora seja uma leitura intrigante e desafiadora, vale ressaltar que, devido ao seu conteúdo perturbador e explícito, não é recomendado para leitores sensíveis ou em busca de uma leitura mais leve. Para aqueles que apreciam o gênero do suspense psicológico e estão dispostos a enfrentar temas sombrios, "O Jantar Secreto" se revela uma obra intrigante e provocativa.

 

Pintura em prédio localizada na Rua dos Estudantes, cidade de Viçosa - MG

"O Grande Mentecapto" é uma obra literária ímpar e emblemática da literatura brasileira escrita por Fernando Sabino e publicada em 1979. Este romance é uma joia da literatura contemporânea brasileira que combina humor, sensibilidade e crítica social em uma narrativa envolvente e única.


A história gira em torno de Geraldo Viramundo, um personagem cativante e peculiar que é internado em um hospício em Minas Gerais após uma série de eventos que o levam a ser considerado "mentecapto" pelas autoridades locais. O título do livro faz alusão a esse diagnóstico, que, ao longo da narrativa, revela-se muito mais complexo do que parece.


Viramundo é um personagem fascinante, um anti-herói carismático que desafia todas as convenções sociais e vive uma vida completamente fora dos padrões aceitos pela sociedade. Sua jornada é uma busca constante por liberdade e autenticidade, e ele enfrenta inúmeras adversidades ao longo do caminho.


Ao longo da história, o leitor é levado a refletir sobre questões como a liberdade individual, a alienação da sociedade, a busca pela felicidade e a complexidade da mente humana. O humor de Sabino é afiado, e sua escrita é repleta de ironia e sarcasmo, o que torna a leitura ao mesmo tempo divertida e provocativa.


Além disso, "O Grande Mentecapto" também oferece uma visão vívida da cultura e dos costumes de Minas Gerais, destacando-se como um retrato fiel da região e de suas peculiaridades.


O livro recebeu críticas positivas tanto pela sua qualidade literária quanto pelo seu poder de crítica social, e é considerado uma das obras-primas da literatura brasileira contemporânea. Ele consegue, de forma magistral, explorar temas profundos e complexos por meio de uma narrativa envolvente e personagens inesquecíveis, deixando uma marca duradoura na literatura nacional. "O Grande Mentecapto" é uma leitura imperdível para aqueles que apreciam literatura de qualidade que também desafia as convenções sociais.


 



"Lucky's Tale" é um jogo de plataforma 3D desenvolvido pela Playful Corp. Foi lançado em 2016 como um título de lançamento para o Oculus Rift, um dispositivo de realidade virtual. O jogo combina elementos clássicos de plataforma com a imersão proporcionada pela realidade virtual.

O protagonista é Lucky, um pequeno raposa antropomórfica, que embarca em uma jornada para resgatar sua amiga Penny, que foi capturada por um vilão chamado Jinx. Os jogadores exploram uma variedade de mundos coloridos e diversificados, cada um com seus próprios desafios e inimigos. Lucky pode pular, correr e atacar inimigos enquanto coleta moedas e itens especiais.

A realidade virtual adiciona uma camada única de interatividade ao jogo. Os jogadores podem olhar ao redor para encontrar segredos ocultos e objetos colecionáveis, além de ter uma perspectiva mais imersiva dos ambientes. A combinação de plataforma tradicional com a experiência de realidade virtual torna "Lucky's Tale" uma opção atraente para jogadores que desejam explorar um novo tipo de jogabilidade.

O jogo foi elogiado por sua jogabilidade divertida e acessível, seus visuais encantadores e a maneira como utiliza a realidade virtual para criar uma experiência mais envolvente. "Lucky's Tale" é uma representação de como os gêneros tradicionais de jogos podem ser adaptados e aprimorados através das tecnologias emergentes, como a realidade virtual.

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SOBRE MIM

Sou professora, pesquisadora, escritora e apaixonada por tecnologia. Atualmente curso mestrado na área de robótica e visão computacional, onde desenvolvo projetos envolvendo inteligência artificial, programação e sistemas autônomos. Além da vida acadêmica, também escrevo, fotografo e registro pensamentos sobre o cotidiano, porque acredito que ciência e sensibilidade podem caminhar juntas. Neste blog compartilho minha rotina entre aulas, pesquisas, projetos, livros, café e ideias que surgem no meio do caminho. Aqui você vai encontrar um pouco de tudo: tecnologia, vida real, estudos, escrita, fotografia e reflexões sobre aprender, ensinar e criar em um mundo cada vez mais digital.

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© 2026 Geissiane Aguiar. Desenvolvido com carinho.

Sobre o blog

Este blog nasceu em 2010, ainda com o nome A Menina Nerd, como um espaço simples para publicar pensamentos, contos e pequenas crônicas do cotidiano. Com o tempo, aqueles textos reunidos entre páginas virtuais deram origem ao livro Pequenas doses de uma Nerd, publicado em 2014, marcando o início oficial da trajetória literária da autora.

Depois disso, Geissiane Aguiar passou a dedicar-se também à escrita de romances de suspense, explorando histórias mais densas e psicológicas, que resultaram nas obras Meu nome é Catarine, A Herança e Eterno Abismo. Entre a escrita, o ensino e a pesquisa, sua caminhada sempre esteve ligada à cultura, à educação e à arte de contar histórias.

Membro da Academia Miraiense de Letras, professora e atualmente mestranda na área de tecnologia e robótica, continua acreditando que ciência e literatura podem caminhar juntas. Este espaço permanece como um registro dessa trajetória — um lugar onde convivem ideias, livros, projetos, memórias e tudo aquilo que nasce da curiosidade de quem nunca deixou de escrever.

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